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Imagem Peregrina Visita o CPCRC

O dia foi de fé e devoção em Nossa Senhora de Nazaré, padroeira dos paraenses, na manhã desta terça-feira (17), na sede do Centro de Perícias Científicas “Renato Chaves” (CPCRC). O órgão recebeu a visita da Imagem Peregrina, que faz parte da série de visitações da santa em órgãos públicos, programada e organizada pela Basílica Santuário de Nazaré, em Belém. Na ocasião, foi realizada a 9ª edição do Círio do CPCRC, que reuniu os servidores antes da chegada da imagem.

A programação organizada pela direção iniciou com a procissão dos servidores no Círio do CPCRC, que partiram da frente da sede do órgão, localizada na rodovia Transmangueirão, no bairro do Bengui, em traslado pelas ruas que circundam a unidade. A procissão seguiu com cantos de louvor, onde os devotos eram saudados pela comunidade do entorno, que enviavam saudações à imagem usada para representar a Imagem Peregrina.

O cortejo terminou na própria sede do CPC Renato Chaves para a realização de uma missa, no auditório do órgão Alfredo Machado, celebrada pelo padre Welbert de Oliveira, capelão do Exército, que aumentou ainda mais a expectativa para a chegada da Imagem Peregrina. A reunião foi assistida por servidores que estavam de folga e os que estavam de serviço, além dos usuários atendidos pelo órgão, entre outros participantes.

A ansiedade dos presentes terminou com a chegada da Imagem Peregrina de Nossa Senhora na sede do CPCRC e ficou exposta no auditório, onde os devotos tomavam bençãos ao tocarem no manto da Santinha e registraram o momento. Além disso, ela foi conduzida pelos servidores a visitar vários setores, para que os demais funcionários que não foram possíveis participar da programação tivessem a oportunidade de manifestarem a fé na imagem.

Para o diretor geral do CPC, a visita da imagem ao órgão renova a fé para que todos os trabalhos prestados pela instituição sejam feitos com a mesma devoção em Nossa Senhora de Nazaré. “Esse é um momento devoção. Por isso, que Nossa Senhora possa derramar suas bençãos no CPCRC”, concluiu o perito criminal Celso Mascarenhas.