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Internos do Centro de Triagem coletam material genético

Traçar o perfil genético de autores de crimes hediondos e violentos graves contribui para o cumprimento da justiça

Quase 80 internos da Central de Triagem Metropolitana II (CTM II) participaram de coleta de material genético no mês de fevereiro. O trabalho foi feito por técnicos do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves (CPCRC) para realizarem coleta de material genético. O banco de perfil genético do CPC Renato Chaves existe desde 2014. Em 2015 foi iniciado o processo de coleta de dados dos internos custodiados pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap).  

“A ação é cumprimento da legislação vigente – Lei 12.654/2012 -, que prevê a coleta de material biológico de condenados para fins de inserção nos bancos de perfis genéticos da Rede Integrada de Banco de Perfis Genéticos. Desta forma, o procedimento deverá ocorrer, obrigatoriamente, com todos os condenados por crimes hediondos ou crimes violentos graves, cometidos de forma dolosa contra a pessoa”, explicou a perita criminal lzemar Rodrigues, gerente do Laboratório de Genética Forense (DNA) do Centro de Perícias.

Em 2019, o Ministério da Justiça superou a meta de 65 mil coletas previstas, atingindo 67 mil perfis. O objetivo é que, ao final do terceiro ano de governo, o banco de dados esteja completo. “Para o sistema de justiça como um todo, traçar o perfil genético contribuirá para o combate à impunidade, por meio da identificação da pessoa em conflito com a lei, promovendo assim, realmente, a justiça”, ressaltou a técnica em Gestão Sandra Álvares, da Diretoria de Assistência Biopsicossocial (DAB).

por Núcleo de Comunicação.